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Borba Gato, o bandeirante

8 fevereiro 2011 1.960 visualizações Sem comentários

Um dos primeiros movimentos ambientalistas no Brasil se deu por conta de uma inquietação generalizada e sem perspectiva de interferência junto aos núcleos de poder. Uma das questões que despertaram esse tipo de preocupação, vieram com o avanço sobre as comunidades indígenas.

E para ilustrar esse movimento, os roteiristas José Roberto Torero e Marcus Aurélius trouxeram ao episódio O Poder e o Bang-Bang, dirigido por Gilberto Scarpa, o personagem Borba Gato.

Borba Gato, um bandeirante nascido em 1649 e morto em 1718, dá o seu depoimento sobre os velhos tempos, o século XVII, que segundo o bandeirante, “cada um fazia o que queria e ninguém falava em ecologia, diversidade e direitos dos animais.”

Na frente das câmeras ele continua o seu depoimento, afirma que no seu tempo entrava no mata com seus escravos e ia “caçar a bugrada.” E o discurso continua com o que era para ele, uma política de estado que fez o país crescer. “Aliás, se náo fosse pelas nossas entradas, hoje o Brasil ia ser fininho que nem o Chile. Só uma faixinha no litoral, entramos pelo sertão, fundamos cidades, aumentamos o território.”

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