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O corte da chuleta e o consumo responsável

7 fevereiro 2011 1.877 visualizações Sem comentários

Boa parte do diálogo que acontece entre os personagens do episódio A Produção e o Cocô de Minhoca, fica entre um casal dentro do supermercado, onde marido e esposa buscam justificar, um ao outro, a importância dos produtos que estão consumindo naquele estabelecimento.

Ela, magra e morena com acessórios produzidos de fibra de buriti e colares artesanais de sementes. Ele, trajado com um bom paletó e um relógio caro com pulseira dourada.  Empurrando o carrinho pelas prateleiras de carnes, a esposa tenta explicar ao marido que ele precisa se alimentar de maneira mais saudável e ele, do prazer ao consumir um bom corte de chuleta.

Durante a compra, eles falam sobre o meio ambiente e a produção de alimentos, assuntos que há 40 anos faziam parte de universos antagônicos, mas que se aproximaram através do comércio de alimentos. Ela tenta explicar ao marido que aquele corte de chuleta são restos de um cadáver, que está repleto de toxinas e que aumentam o risco de câncer e doenças cardíacas.

Hoje no Brasil já existem frigoríficos ecologicamente responsáveis, um mercado que ganha a preferência no mercado europeu. Estima-se que haja no mundo mais de 1,35 bilhão de bois e vacas, 930 milhões de porcos, 1,7 bilhão de ovelhas e cabras, 1,4 bilhões de patos, gansos e perus, e 170 milhões de búfalos para que possam cumprir com a escala de consumo mundial.

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