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O coveiro e a sua relação com a vida

2 fevereiro 2011 1.988 visualizações Sem comentários

Uma das cenas do episódio A espiritualidade e a sinuca, dirigido por Lírio Ferreira, traz um questionamento bastante pertinente sobre o dia em que cada um de nós irá morrer.

Após levantar a questão com diversos cidadãos de faixas etárias que incluem crianças, adolescentes e pessoas de idade avançada, a cena corta para o Cemitério Vila Formosa, fundado em 1949, na zona leste de São Paulo, local onde já foram realizados mais de 1,5 milhões de sepultamentos.

Enquanto prepara uma nova cova, um coveiro vivido pelo ator José Paes de Lira (Lirinha), afirma que nós somos mortais apenas porque somos o único animal vivo que tem a consciência de que um dia iremos morrer.

Apesar de parecer óbvio, o personagem traz ainda um pensamento do filósofo Berkeley, quando diz que “ser é ser percebido”, se você não sabe, aquilo não existe. Já em relação ao coveiro, sua maior preocupação não é com a morte, mas o que ele faz da sua vida…

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