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Como separar sustentabilidade e responsabilidade socioambiental de vitalidade?

11 janeiro 2011 2.105 visualizações Sem comentários

Este questionamento é o que nos propõe Mário Sergio Cortella, consultor para o documentário Espiritualidade. Para ele, o modo como a sustentabilidade socioambiental se coloca é recusado, afastado, onde negamos a cessação da vibração da vida na sua múltipla possibilidade, isto é, na sua capacidade de fertilidade.

Para Cortella, todas as vezes que admitimos de alguma maneira a desertificação da vida, a esterilização da nossa capacidade de existência, seja dos humanos, seja do conjunto da vida, nós estamos quebrando, exatamente, essa possibilidade de fertilidade.

A partir desse ponto de vista a ideia de felicidade, de fertilidade e sustentabilidade, compõem algo que, para o consultor, se expressa muito na ideia de “capricho”, termo bastante utilizado no interior.

Mas o que é uma ideia caprichosa?

De acordo com o nosso consultor, “capricho” é quando se faz o melhor nas condições que se tem, é a capacidade de cuidar, a recusa à mediocridade, daquele que, podendo fazer o melhor, se contenta com o possível e o menor. E Cortella afirma ainda que o capricho é uma negação da mediocridade, da capacidade de cuidar melhor, independente das condições, sendo que o terma deve estar ligado, diretamente, nas atitudes de cada indivíduo.

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