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Só dá para ter desenvolvimento se for sustentável

21 dezembro 2010 1.808 visualizações Sem comentários

Até hoje muitas pessoas se perguntam quando que o conceito de desenvolvimento sustentável passou a fazer parte do nosso cotidiano. O modelo de desenvolvimento que busca conciliar as necessidades econômicas, sociais e ambientais, passou a ser discutido no início da década de 1970, quando começou a se estabelecer qual era a dinâmica na relação entre governo, empresa, sociedade civil e organizações sociais.

De acordo com o consultor Rogério da Costa, para o documentário Trabalho e Negócios, primeiramente é preciso entender o momento em que a economia passou a ser algo diferente do que vinha sendo praticado desde o início do século 20, e em que aspecto ela passou a ser diferente.

Mas de onde partiu o conceito sustentável?

Para o consultor existem dois momentos bastante claros. O primeiro se deu ainda na década de 1970, quando somente a biologia trabalhava com o tema resiliência, com estudos para saber o quanto um sistema ecológico é capaz de manter o seu estado inicial, a sua forma ou posição original, de quanto determinados sistemas explorados continuamente podem ser recuperados, ou seja, do quanto ele é sustentável.

Mas foi a partir de 1979, em uma reunião das Nações Unidas sobre o tema meio ambiente e desenvolvimento, que surgiu a palavra desenvolvimento sustentável. O conceito parte da idéia de que só dá para ter desenvolvimento se for aplicado de forma sustentável, no mesmo momento, em que começa a ser entendido as distinções entre desenvolvimento e crescimento econômico.

Atualmente, é decisiva a maneira em que a economia encara a inserção da sustentabilidade nos negócios e no trabalho. E foi a partir desse entendimento que iniciou o maior desafio, o de trabalhar a consciência da destruição no mundo do empreendimento, para consertar o que estava destruído pelo universo empresarial e industrial.

E é este o trabalho que vem sendo realizado no mundo todo, o de convencer as empresas para que continuem colaborando, isso sem deixar de responder a pergunta básica da engrenagem capitalista, de que é possível atuar de forma sustentável mantendo lucros e benefícios.

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